meus olhos

julho 14, 2010

“e o brilho que eu forjava nos meus olhos. ”

forjado. by Paula Bauab

forjado. by Paula Bauab

forjado. by Paula Bauab

forjado. by Paula Bauab

………………………………….. ……………………..soundtrack joan jett/i hate myself for lovin u

Quase sempre

julho 13, 2010

E aqui,
Desfalecidos e circunstancialmente inertes,
Somos a prova viva da expressão,
Tarde demais para nos tornarmos santos -,
Mas,
Flagrando você me olhar assim,
Começo a crer na ressurreição.
No teu ressuscitar ereto.
Eu estou quase sempre pronta.
Quase sempre.
Tenho certeza que vai ser ainda melhor.
Acho que agora eu quero morrer e viver contigo para sempre.
Vem.

Tarde Demais – 3 na massa

nossa, faz um tempão que eu não publico nada da minha pequena lista de grandes fotógrafos!

hoje, Antoine D’ Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

Antoine D' Agata

fotógrafo francês membro da agência Magnum. “A fotografia de Antoine D’Agata, ao mesmo tempo em que explora o tradicional fotojornalismo, sua técnica incontestável e objetiva, converte-se em aspectos capazes de surpreender a todos. Ele fotografa os locais onde acredita que a vida pulse.”

mais fotos no site da magnum

……………………………… ………………….. ……………..soundtrack barulho da chuva
ps: blog referencia

grandes indiferentes…

julho 13, 2010

quase completando 24 invernos…

ganhei 2 presentes incriveis!

um copo de cólera - Raduan Nassar

“… já foi o tempo em que via a convivência como viável, só exigindo deste bem comum, piedosamente, o meu quinhão, já foi o tempo em que consentia num contrato, deixando muitas coisas de fora sem ceder contudo no que me era vital, já foi o tempo em que reconhecia a existência escandalosa de imaginados valores, coluna vertebral de toda ‘ordem’; mas não tive sequer o sopro necessário, e, negado o respiro, me foi imposto o sufoco; é esta consciência que me libera, é ela hoje que me empurra, são outras agora minhas preocupações, é hoje outro o meu universo de problemas; num mundo estapafúrdio – definitivamente fora de foco – cedo ou tarde tudo acaba se reduzindo a um ponto de vista, e você, que vive paparicando as ciências humanas, nem suspeita que paparica uma piada: impossível ordenar o mundo dos valores, ninguém arruma a casa do capeta; me recuso pois a pensar naquilo em que não mais acredito, seja o amor, a amizade, a família, a igreja, a humanidade; me lixo com tudo isso! me apavora ainda a existência, mas não tenho medo de ficar sozinho, foi conscientemente que escolhi o exílio, me bastando hoje o cinismo dos grandes indiferentes…”

modernismo - Peter Gay

O mo­der­nis­mo “deu aos ar­tis­tas a li­ber­da­de de le­var a sé­rio su­as fan­ta­si­as de in­su­bor­di­na­ção, de en­ca­rar com in­di­fe­ren­ça os câ­no­nes que por tan­tos sé­cu­los ha­vi­am di­ta­do os te­mas e as téc­ni­cas, de de­ci­dir se era o ca­so de mo­di­fi­car — ou, mais ra­di­cal­men­te, de der­ru­bar — os cri­té­rios vi­gen­tes, e que se­ri­am eles a em­pre­en­der a re­vo­lu­ção”.

Peter Gay

…………………. . ……………..soundtrack the Beatles